Bem-vindo à Instituição sem fins lucrativos TEEMA

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Para receber registro ou filiação nestes orgãos competentes nos somos o representante oficial no Brasil e estado de SP e outros estados . 

Se voce mandar e-mail para eles vão tem envia de volta a nos  que somos o representante legal no Brasil e SP.  

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TEM COMO PRINCIPAL OBJETIVO OFERECER UMA NOVA 

OPÇÃO DE ESCOLHA PARA O ACESSO À JUSTIÇA

 

Somos uma instituição de ação local, regional e nacional, com experiência de vários anos em defesa de espécies da fauna brasileira em vias de extinção. Os nossos colaboradores concebem e desenvolvem projetos para identificar o número de exemplares de cada uma das espécies em foco, diagnosticar as dificuldades que essas espécies enfrentam, e elaborar ações de recuperação das espécies em risco. A nossa missão é devolver ao povo português a sua fauna característica. Exercemos a nossa atividade de forma responsável e profissional.

Todos os nossos colaboradores trabalham em regime de voluntariado, dedicando o seu tempo livre para a defesa dos animais. As comunidades e empresas locais, bem como vários cidadãos particulares apoiam a nossa ação com a doação do seu trabalho e / ou donativos.

Venha saber mais sobre a instituição na nossa página web. Caso pretenda falar com um dos nossos colaboradores, por favor, contacte-nos. Estamos ao seu dispor! Visite-nos em qualquer uma das nossas delegações Telefone: 18996569124

ENTIDADES INTEGRADAS – AUTAD-TEEMACAMAMS/ UNICRISTÃÁPICE-FAERPI/ COIIIB FEST COM BR /  ICE-FACEI/ AUTAD-IESP/ IESODEPORTAO TEEMAIMAIP TUDO ISSO PARA QUE VOCE TENHA A MELHOR FORMAÇÃO  Instituto Universitário das Assembleias de Deus Órgão Interdenominacional e Internacional Base no Sul do Chile. E nos USA www.edu.brasil.vc

 

TRIBUNAL.ECLESIASTICO.EVANGELICO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM  ( TEEMA )

 

É um dos veículos de comunicação pelo qual a Imprensa Nacional da Justiça Arbitral e Eclesiástica tem se valido para tornar público todo e qualquer assunto de interesse de seu meio em âmbito nacional. Hoje o TEEMA pode ser acessado virtualmente pela internet e consiste de três seções, que publicam: 1º Doutrinas, decretos, resoluções, instruções normativas, portarias e outros atos normativos de interesse geral 2ºAtos de interesse dos evangélicos de todas as denominações cristãs do Brasil 3ºContratos, editais, avisos ineditoriais As igrejas precisam se conscientizar de que se deve divulgar de forma oficial e publicamente as ordenações de seus ministros, evitando com isso o que já vem acontecendo em algumas igrejas, pessoas sem formação e que se autodenominam Apóstolos, Bispos, Pastores etc, sem que de fato o sejam. TEEMA-TRIBUNAL.ECLESIASTICO.EVANGELICO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM  temos a oportunidade de moralizar e firmar nossa posição com ética e em conformidade com a Palavra de Deus. Com isso, os pastores e ministros do evangelho se sentirão mais valorizados e respeitados, isso a título nacional e internacional pois através do "TEEMA" se tornarão conhecidos .O TEEMA.TRIBUNAL.ECLESIASTICO.EVANGELICO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM  está mantido devidamente registrado no 2º Ofício Distribuidor do Registro de Títulos e Documentos - Registro Civil de Pessoas Jurídicas sob nº Registrado sob Nº 002113 Protocolo nº 028575 Estatuto art. 17 internacional Registro de marcas e patentes mundial nº 819.677.833 CNPJ : CNPJ05.917.317/0002-91 TEL. (11) 4253-3816- sendo mantido pela IEAD – Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missões - com sede e foro em Caieiras  - São Paulo .Órgão prestador de Cursos , devidamente inscrito no CNPJ. 09.456.624/0001-92  , A. qual é dirigida nacional e internacionalmente pelo seu Reverendo Presidente Dr. José Francisco Moreira.Presidência Nacional e Internacional:,

 

Órgãos  de Apoio  Mantenedores Matrizes,Filiais e para Filiçoes e registros)CNPJ.05..311.079/0001-95 CNPJ 09.456.624/0001-92  CNPJ15.496.625/0001-63 CNPJ 39.351.911/0001-07 CNPJ05.917.317/0002-91 CNPJ Nacional n 05.917.317/0001-00 Base Mundial no Sul do Chile CNPJ Reg Federal 00541. Nome : Igreja Assembleia de Deus ministério Kairos  e nos USA Reverendo Presidente Dr. José Francisco Moreira.Presidência Nacional e Internacional-

 

 

Dr. José Francisco Moreira Formado em Licenciatura em Filosofia Plena pela Faerpi CNE/CES  Nº 12 de 13/12/2007 D.O.U 14/12/2007 Seção 1 P.22  e  Reconhecido Pela Universidade .UNIG. MEC  Reg.sob.nº 1357 Lv.002 Fl.24  MEC- Processo nº03-0005    seu Cargo Apto para Administra na are de Educação esta devidamente Licenciado por  Lei Federal.,Formado a Juiz Arbitral na area Conciliação e Mediação do Tribunal  Arbitral do Distrito Federal E Representante E e credenciado pelo Tribunal Arbitral de Justiça do Brasil E Coordenador dos cursos preparatório do TEEMA Tribunal Evangélico Eclesiástico de Mediação e Arbitragem da Autad Presidente  do Campo  Igreja Assembleia de Deus Missões do Litoral Sul Reconhecido pela OAB Reg,40-014-13 como Juiz de Conciliação e Mediação do RJ  e  Reg.CNJ.nº3214465 Conselho.Nacional.de.Justiça  


 

 TEEMA

 

  Quem Somos

FAIIA FACULDADE  DE FORMAÇÃO DE JUIZES  ARBITRAL PARA O EXERCICIO DA FUNÇÃO

TEEMA O TRIBUNAL ECLESIASTICO EVANGELICO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM  é dirigido por uma equipe cristã e com experiência comprovada em atuação nesta área, mas também com amplo conhecimento da Bíblia Sagrada como a Palavra de Deus e que a usa como orientação para tomada de decisões.

Nossa atividade está plenamente em conformidade com as leis brasileiras e em especial a Lei Federal 9.307/96 que instituiu no Brasil a justiça privada.

Com o longo tempo de atuação da nossa equipe, adquirimos experiência suficiente para transmitir a você que por ventura venha a se interessar, o suporte necessário para começar a atuar.

Não temos vínculo com nenhuma denominação específica. Nosso vínculo é com o Senhor Deus e com a Sua obra de justiça e paz aos homens de boa vontade.



NOSSO CREDO

Cremos na Bíblia Sagrada como a legítima palavra de Deus e um dos meios de falar a nós que cremos nele.
Cremos na igreja evangélica como uma obra constituída por Deus através de uma família de fiéis adoradores e obedientes discípulos do Senhor Jesus:

·         Obedientes discípulos por que, aceitando Jesus como salvador, se dispõem a acatar sua ordem constante em Mt 28

Como tal, a igreja (ou seja, nós que somos discípulos do Senhor Jesus) tem que levar a mensagem de salvação a toda à criatura. E se podemos fazer isto por meio de testemunho pessoal, rádio, TV, jornais e tantos outros meios, podemos também, evangelizar vidas que estejam em conflitos e, portanto, sem a paz do Senhor Jesus em seus corações.

 

NOSSO PROPÓSITO

Ao longo destes anos, vimos que na maioria dos casos de conflito judicial, uma das partes envolvidas não tem a paz de Deus em sua vida. Daí a atitude de fazer algo errado contra alguém. Muita das vezes até sem a intenção. Mas fez. Com isto gerou um processo.

Quando a causa é resolvida no fórum, diante de um juiz togado, têm-se apenas a solução judicial. Na maioria das vezes, no seu íntimo, continua a guerra, ou seja: falta da paz. É então a oportunidade de um mediador/conciliador/juiz arbitral cristão mostrar a esta pessoa que pode encontrar duas soluções: a judicial e a espiritual.

Por outro lado, têm surgido com preocupante e crescente frequência na esfera judiciária do país, divergências entre cristãos, seja de ordem eclesiástica ou de relacionamentos, gerando questões judiciais envolvendo igrejas e pastores, pastores e membros, entidades e colaboradores, irmãos com irmãos, etc.

Tais demandas envolvem também uma grande quantidade de pessoas de fora do meio cristão (juiz e funcionários dos fóruns que atuam nos processos,) que tomam conhecimento da desavença, causando com isto um mal testemunho transformando-se até em escândalo para o evangelho e um desserviço a pregação da mensagem de salvação.

Deus, através do Ap. Paulo, a cerca de 2.000 anos já tinha advertido para não se praticar tal desserviço; Se você é pastor e deseja fazer parte como voluntário deste exército de Deus.

2.     Se você é uma pessoa envolvida em uma situação de contenda, entre em contato conosco preenchendo o formulário que se encontra em nossa seção FALE CONOSCO.

Dependendo da região em que você estiver, você será encaminhado(a) e orientado(a) sobre os procedimentos. Tanto para prestar os serviços de aconselhamento pastoral voluntário, como para receber aconselhamentos que poderá ser, inclusive, via telefone ou virtual. E sem qualquer ônus para você

 

 ÁREA DE SERVIÇO SOCIAL

 

Trata-se de:

1.     Apoio a instituições e atividades que tenham como alvo principal, alcançar vidas que estejam vivendo em situação de conflitos, aprisionadas nas garras de satanás e precisando de libertação e salvação por meio de Jesus Cristo.

3.     Cursos

Capacitação para Assistente, Mediador(a), Conciliador(a) e �Árbitro(a) ou Juiz(a) Arbitral (conforme a Lei Federal nº 9.307/96) A fim de...

Palestras gratuitas

Ciclo de palestra Objetivo: Levar ao conhecimento da comunidade evangélica, informações pertinentes a temas que tem sido as armas que...

 

 

 Palestras

 

Ciclo de palestra

Objetivo:

Levar ao conhecimento da comunidade evangélica, informações pertinentes a temas que tem sido as armas que Satanás mais tem utilizado para aprisionar as ovelhas do rebanho de Deus.

 

Justificativa:

Pesquisa revelou que as armas mais utilizadas pelo Diabo nos últimos tempos é sexo, dinheiro e inimizades. Nunca se viu como nos últimos tempos, tantas vidas sendo roubadas e destruídas por essas três situações que são verdadeiras armas do inimigo.

Porém, se o Diabo veio para roubar, matar e destruir, Jesus veio para dar vida. E Deus deu a nós, as armas para lutarmos e assim não sermos destruídos. Mas o povo de Deus perece por falta de conhecimento, diz a Palavra.

O TEEMA juntamente com o com entidades parceiras cientes destas duas realidades (a do Diabo e a de Deus), se colocou na trincheira e vem procurando fazer a sua parte, levando conhecimento para aqueles que não querem perecer.

Assim é que vem, por meio de palestras inteiramente gratuitas, levar ao conhecimento de tantos quantos se interessarem, as estratégias do Diabo para que rejeitem, lutando com conhecimento. E as estratégias dadas por Deus para que saibam como lutar; como se defender.

Estas palestras são realizadas presencialmente e online. As presenciais são realizadas nas igrejas ou associações que nos enviem o convite. Não cobramos nada para ir até o local, exceto as despesas de translado, hospedagem e alimentação que ficam por conta da igreja que convida. Já as palestras online são realizadas na sala virtual mantida pela Fat. que aqui no site, publica o calendários com os dias e horários.

Se você é líder em sua igreja, ou mesmo simplesmente membro, fale com seu pastor para que ele autorize a realização de uma palestra em sua igreja. E que, para isto, entre em contato conosco.

Você que é pastor e tem interesse nesta causa, entre em contato conosco para agendarmos uma palestra gratuita em sua igreja.

Você que é discípulo de Jesus e tem  interesse nesta causa, fale com seu pastor sobre nossas palestras.

Nos propomos a ir até sua igreja para ministrarmos. Não cobramos nada. Nem da igreja e nem das pessoas que irão participar.

 

O nosso ciclo de palestras gratuitas são:

1 - O PROJETO AGENTES DA PAZ E A CULTURA DA PACIFICAÇÃO PROMOVIDA PELA IGREJA EVANGÉLICA

2 - O PROJETO TRIBUNAL CRISTÃO E A CULTURA DA PACIFICAÇÃO PROMOVIDA PELA IGREJA EVANGÉLICA

3 - A CAPELANIA JUDICIAL COMO UM MEIO DE EVANGELIZAÇÃO

4 - ÁREA SOCIAL: Mediação e arbitragem, a cultura da pacificação

5 - ÁREA FINANCEIRA. Como viver sem dívidas?

6 - ÁREA EVANGELÍSTICA: Capelania. Como e porque ser um capelão?

 

DETALHAMENTO

1 - MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM: A cultura da pacificação

Objetivo: difundir a cultura da conciliação no meio evangélico e também não evangélico, por estar convicto de que esta prática é da vontade de Deus, do Governo, da classe empresarial, industrial e de todo o Brasil.

Desmistificar a ideia errada de que “a conciliação não é coisa para a igreja”, e estimular a liderança evangélica, principalmente os pastores, a entrarem nesta causa..

Explicar como funciona a mediação, conciliação e arbitragem como Justiça Arbitral – a justiça rápida e econômica para resolução de litígios e  sua aplicabilidade na sociedade como “novo” meio de solucionar conflitos de forma pacífica.

PROMOVER A CULTURA DA PACIFICAÇÃO, pelas vias da conciliação, conforme a Lei de Deus (a Bíblia Sagrada) e a Lei do Brasil (Lei Federal n. 9.307/96).

Facilitar o  exercício da CONCILIAÇÃO tanto a quem necessita usar quanto a quem deseja praticar a cultura da paz tendo cada cristão como um pacificador. Menos conflitos e mais paz entre as pessoas.

 

2 - ÁREA FINANCEIRA. Como viver sem dívidas?

Objetivo: oferecer estudos e material de apoio sobre como devemos lidar com o dinheiro, à luz da Palavra de Deus. Mostrar como funciona o sistema financeiro mundial. Apresentar quais são seus objetivos e como eles estão longe da vontade de Deus para as pessoas. Abordar também aspectos como: A influência da propaganda em nossas vidas. Por que gastamos com o que não precisamos? Como funciona o sistema financeiro?

Apresentar, através de uma linguagem simples e objetiva, a distância gigantesca que há entre os ensinamentos do “sistema” e os de Deus sobre dinheiro. É errado dever? O que a Bíblia fala sobre isso?

Esta palestra é realizada em parceria com o projeto "VIDA SEM DÍVIDAS" que visa transmitir o ensino de finanças à luz da Bíblia. Conheça mais visitando o site  teema@outlook.com.br

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Artigos Relacionados:

tajdf@outlook.com.br 

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 Curso de capacitação para Árbitro (Juiz Arbitral)

 Carga horária: 20h/aula.
Dias de realização: sexta-feira de 19 às 22h; sábado de 8 às 18h e domingo de 8 às 13h.

Objetivo do curso:
De acordo com o artigo 13 da Lei n.º 9.307/96, "Pode ser árbitro qualquer pessoa capaz e que tenha a confiança das partes" envolvidas em um conflito.

Entretanto, é imprescindível considerar que, não basta a capacidade civil e a confiança das partes. Deve o árbitro (e também o mediador ou conciliador) ter conhecimentos sobre o assunto de maneira que a capacidade do saber também esteja a serviço das partes e da arbitragem. E que posteriormente não resulte em nulidade do procedimento arbitral nem responsabilidade sobre danos causados as partes que lhe confiaram o litígio.

A mesma lei diz em seu § 3º - As partes poderão, de comum acordo, estabelecer o processo de escolha dos árbitros, ou adotar as regras de um órgão arbitral institucional ou entidade especializada.

A Lei diz ainda:
Art. 17 - Os árbitros, quando no exercício de suas funções ou em razão delas, ficam equiparados aos funcionários públicos, para os efeitos da legislação penal. e

Art. 18 - O árbitro é juiz de fato e de direito, e a sentença que proferir não fica sujeita a recurso ou homologação pelo Poder Judiciário.

O real espírito da lei ao investir o árbitro das mesmas prerrogativas do juiz togado é que sem a investidura não há como um árbitro proferir sentença equivalente à proferida pelos órgãos do Poder Judiciário (artigo 31).

A sentença arbitral é um título executivo judicial (artigo 584 – inciso VI do CPC), logo, somente alguém investido de tais poderes pode emitir documento com tanta representatividade e que encerrasse em seu bojo a exaustão de um processo de conhecimento.

Por isto é recomendável que se faça um curso de capacitação para atuar de forma a ajudar as partes  a encontrar de fato, a solução para o seu conflito. No TRICRIS você fará um curso capacitando-lhe nas mais diversas especializações com o fim de lhe oferecer uma diversidade aliada a uma competência que ofereça a certeza de que o litígio será conduzido por quem realmente entende do assunto e de justiça.

 

Investimento:

O investimento é de R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais) à vista 
ou 
390,00 (trezentos e noventa reais) em três parcelas, sendo a primeira, de R$ 190,00 (cento e noventa reais) no ato de confirmação da inscrição restando duas parcelas de R$ 100,00 (cem reais) a serem pagos no prazo de 30 e 60 dias.

 

Informações adicionais:
1 - Os participantes que fizerem o pagamento à vista e também os primeiros a se inscreverem no curso, terão prioridade para iniciar as aulas práticas em audiências reais, adiantando assim  a conclusão do curso.

2 - Já para os que pagarem parcelado, a conclusão será na proporção das parcelas pagas, podendo, neste caso, ter duração de até três meses.

3 - O complemento para as 20h são ministradas pela nossa sala virtual, via webaula

4 - Se necessário, o horário do dia de domingo poderá ser alterado para outra data ou forma de complemento.

5 – Para fazer o curso de Árbitro (Juiz Arbitral), é necessário ter feito o de Mediador Avançado e Conciliador.

Pré-requisitos:
Ter bom senso, maturidade, responsabilidade e conhecimento sobre o assunto no qual vai atuar. 
Algumas das atividades cujos profissionais que a exercem, podem ser Mediador e/ou Conciliador:

Direito; Psicologia; Pedagogia; Serviço Social; Contabilidade; Economia; Engenharia;
Arquitetura; Enfermagem; Medicina; Professores; Empresários; Corretores de Imóveis;
Ainda pessoas que ocupam cargos de liderança tais como:
Diretores de Deptos; Líderes Comunitários; E muitos outros .


Faça sua  inscrição clicando teema@outlook.com.br

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 Curso de capacitação para Administração de um Tribunal ARBITRAL

 

 

Carga horária: 20h/aula.
Dias de realização: sexta-feira de 19 às 22h; sábado de 8 às 18h e domingo de 8 às 13h.

Objetivo do curso:
Capacitar pessoas que tenham interesse em constituir uma entidade arbitral para oferecer à comunidade, os serviços de justiça privada e que, para isto, venha atuar na parte administrativa e legal da entidade.

O curso servirá para:
01 - Orientar na escolha do local, instalações, equipamentos e tudo que é necessário para o perfeito funcionamento de um tribunal arbitral conforme prevê a Lei Federal nº 9.307/96.

02 - Capacitar as pessoas que iriam atuar, tanto na parte administrativa e burocrática, quanto na parte judicial.

03 – Orientar quanto ao uso de softwares, sistemas informatizados que permitam aos parceiros e até às partes, mediante um login e uma senha, acompanhar a movimentação processual.

Investimento
O investimento é de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) à vista  ou 
490,00 (quatrocentos e cinquenta reais) em quatro parcelas, sendo a primeira, de R$ 190,00 (cento e noventa reais) no ato de confirmação da inscrição restando três parcelas de R$ 100,00 (cem reais) a serem pagos no prazo de 30, 60 e 90 dias.

Informações adicionais:
1 - Os participantes que fizerem o pagamento à vista e também os primeiros a se inscreverem no curso, terão prioridade para iniciar as aulas práticas em audiências reais, adiantando assim  a conclusão do curso.

2 - Já para os que pagarem parcelado, a conclusão será na proporção das parcelas pagas, podendo, neste caso, ter duração de até três meses.

- O complemento para as 20h são ministradas pela nossa sala virtual, via webaula

4 - Se necessário, o horário do dia de domingo poderá ser alterado para outra data ou forma de complemento.

Pré-requisitos:
Ter bom senso, maturidade, responsabilidade e conhecimento sobre o assunto no qual vai atuar. 
Algumas das atividades cujos profissionais que a exercem, podem ser Mediador e/ou Conciliador:

Direito; Psicologia; Pedagogia; Serviço Social; Contabilidade; Economia; Engenharia;
Arquitetura; Enfermagem; Medicina; Professores; Empresários; Corretores de Imóveis;
Ainda pessoas que ocupam cargos de liderança tais como:
Diretores de Deptos; Líderes Comunitários; E muitos outros .

Faça sua  inscrição clicando aqui.

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 Projeto PARCEIROS

 

OBJETIVO:

 1 - Difundir a conscientização junto a comunidade evangélica quanto aos benefícios e propósitos sociais e bíblicos da mediação e arbitragem como institutos mais eficaz na resolução de problemas de ordem jurídica.

 2 – Proporcionar a comunidade evangélica, a possibilidade de utilização destes meios, através de implantação de câmaras ou tribunais arbitrais, com base na lei n.º 9.307/96, colocando tais serviços à disposição de quem se interessar.

 3 – Oportunizar a PASTORES, EVANGELISTAS, MISSIONÁRIOS E MEMBROS (de ambos os sexos) de igrejas evangélicas, mais um canal para alcançar vidas que precisam ser evangelizadas; e mais uma alternativa de renda, através da atuação como mediador/conciliador/ juiz arbitral, com base na lei n.º 9.307/96.

NOTA: A parceria não visa apenas capacitar mas também fornecer o suporte necessário para começar a atuar.

 

Apoio logístico e operacional a tribunais arbitrais parceiros

Oferecemos apoio técnico, judicial, logístico e operacional a grupo de pessoas que desejam iniciar ou entidades arbitrais que, por estarem começando, ainda não dispõem de uma equipe de tempo integral para atuar. Ou tem pessoal disponível mas não dispõem de conhecimentos suficientes para a execução dos serviços.

Este apoio ocorre através do nosso software que permite a nossa experiente equipe, executar, diretamente do nosso cartório séde, serviços burocráticos e de atendimento que deveriam ser prestados pela entidade arbitral, tais como:

- Atendimento telefônico: para explanação de como funciona a justiça arbitral. Fornecemos um número de telefone que constaria nos impressos do tribunal arbitral parceiro em qualquer lugar do Brasil atendido por operadora de telefonia. Quando uma pessoa daquela localidade telefona para o nosso parceiro querendo informações sobre a justiça arbitral, a ligação cai em nossa central que é atendida por alguém da nossa equipe. Possuindo todo um conhecimento de causa, fornecemos as devidas explicações para a pessoa como se fosse alguém do tribunal arbitral parceiro explicando.

- Serviços cartorários: Quando na cidade do nosso parceiro, chega uma das partes querendo dar início a um procedimento arbitral, imediatamente depois de protocolado o procedimento, ele já é acessado por nossa equipe em nosso cartório central. A partir daí, praticamos os atos processuais, como se estivéssemos no cartório do tribunal arbitral parceiro com a equipe dele apenas acompanhando online.. Estes atos processuais são: analise sobre a viabilidade e legalidade do litígio para a justiça arbitral; cadastro do litígio; montagem do processo; cálculos das custas processuais, agendamento da audiência de conciliação, pré-mediação, emissão e envio da notificação/intimação, preparação dos termos de audiência, demais intimações, etc.

- Acompanhamento da audiência: Diretamente da nossa central, temos como acompanhar a audiência que está sendo realizada no tribunal arbitral parceiro. Em caso de necessidade, podemos intervir corrigindo eventuais distorções ou atos que, por eventual deslize do mediador/conciliador/árbitro, esteja na eminência de ser cometido, evitando assim que ele seja concluído de forma errada.

- Redação final do termo de audiência e sentença arbitral: Encerrada a fase da audiência, ocasião em que se torna necessário reduzir a termo, antes das partes se retirarem, nossa equipe, diretamente da nossa central faz este procedimento que, logo em seguida, poderá ser impresso no cartório do tribunal arbitral parceiro e entregue para as partes assinarem, ainda na sala de audiências.

Tudo isto é feito com o acompanhamento online do nosso parceiro, mediante solicitação dele. Desta forma, temos a certeza de que estaremos tornando menos difícil, a vida de quem deseja começar a caminhar nesta nova alternativa de justiça disponível no Brasil.

 

Quaisquer dúvidas, entre em contato conosco pelo  e-mail Projeto de Mediação no RS para Auxiliar Famílias em Conflito

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TEEMA Tribunal em Salvador-BA: concluida mais uma parte do projeto

Foi concluída mais uma etapa do projeto de implantação do tribunal arbitral em Salvador-BA. Nesta sexta-feira (02) terminou a primeira parte do...

 

 

 Novo Curso de Capacitação para Mediador,Conciliador e Juiz Arbitral.

 

 

                               Para fazer sua inscrição teema@outlook.com.br

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 Notícias

Leia na integra. 

Resoluçao 125/ do CNJ-Conselho Nacional de Justiça, ligado ao ministerio da justiça do Governo Federal. Instituiu no Brasil a politica de conciliaçao visando diminuir  a quantidade de processos  nos foruns e mudar a cultura de que é só na justiça que se resolve divergencias.Leia na integra a resolução.

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 Seja nosso(a) parceiro(a) em sua região

 

A atividade de mediação, conciliação e juizado arbitral tem demonstrado ser para a sociedade, uma solução para milhares de conflitos, produzindo uma pacificação social com maior rapidez e economia. O(a) Mediador(a), Conciliador(a) e juiz(a) arbitral exerce um papel de facilitador(a) neste processo, ajudando na solução dos conflitos que ocorrem nas mais diferentes situações.

A igreja não pode ficar alheia a este acontecimento. Deve participar mais ativamente desta atividade social por ser um serviço de cidadania.

O TEEMA está ampliando sua área de atuação para evangélicos de outras cidades. Por se tratar de uma atividade que está em franca expansão e que pode e deve ser usada pelos evangélicos, estamos buscando irmãos e irmãs que tenham interesse em formar parceria para a divulgação deste projeto que tem como alvo a instalação de Tribunais Arbitrais cristãos em suas cidades para a resolução de conflitos e evangelização das partes envolvidas.

Procuramos também pessoas evangélicas interessadas em atuar como MEDIADOR(A), CONCILIADOR(A) OU JUIZ(A) ARBITRAL, um mercado em crescente desenvolvimento e com imenso potencial no Brasil e no exterior.

O TEEMA é uma entidade cristã, com conhecimento, tecnologia e experiência em mediar conflitos. É uma grande oportunidade para sua igreja ou você se tornar parceiro(a) desta equipe formada por profissionais com larga vivência nesta área.

A mediação e arbitragem vem ajudar a desafogar a justiça pública. E todos saem beneficiados: o poder judiciário que pode trabalhar com menor sobrecarga. Os advogados por verem processos de seus clientes sendo resolvidos em menos tempo e assim, poder receber em menor tempo, seus justos honorários. As partes envolvidas no processo por verem a justiça sendo feita. O(a) Mediador(a) Conciliador(a) ou Árbitro(a), por ter mais uma oportunidade de prestar um serviço de cidadania e até evangelizar, de forma remunerada.

Estamos preparados para instalar uma unidade em sua igreja, em sua cidade, levando toda a experiência já adquirida e dando o suporte necessário aos parceiros. Veja em que podemos ajudar:

01 – Orientar na escolha do local, instalações, equipamentos e tudo que é necessário para o perfeito funcionamento de um tribunal arbitral conforme prevê a Lei Federal nº 9.307/96;

02 - Capacitar as pessoas que iriam atuar, tanto na parte administrativa e burocrática, quanto na parte judicial;

03 – Fornecer os softwares, sistemas informatizados que permitam aos parceiros e até às partes, mediante um login e uma senha, acompanhar a movimentação processual.

 

Se você tem interesse em atuar nesta área, junte em sua igreja, um grupo de no mínimo 05 membros interessados. Com o grupo formado nós iremos até aí para ministrar o curso, capacitando-os a atuar na mediação, conciliação e arbitragem.

Paralelamente ao curso, estaremos instalando uma unidade de um tribunal arbitral para atuar com todo o suporte fornecido pela nossa equipe.

Entre em contato conosco para mais informações. E envie-nos seu currículo vitae, clicando tajdf@outlook.com.br   

 


TEEMA  TRIBUNAL ECLESIASTICO EVANGELICO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM 

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É muito fácil ser nosso(a) parceiro(a) divulgando nosso ministério. Basta que você copie o código do nosso banner e insira no seu site ou...

 

 

 

 

 Tribunal Eclesiastico demonstra gratidão aos amigos do Facebook

Desde o início das nossas postagens, observamos que diversos amigos do facebook têm sido verdadeiros(as) Agentes da Paz uma vez que, sem termos pedido, espontaneamente se prontificaram a apoiar nosso ministério curtindo, compartilhando ou comentando nossas postagens.

Obviamente que, fazendo isto, está verdadeiramente atuando em prol da causa da paz e da solidariedade que são as nossas causas. E estão atuando em prol porque estão nos ajudando a hastear estas duas bandeiras.

Alguns dos amigos que mais participarem, serão presenteados

Em reconhecimento a esta atuação voluntária, nossa diretoria, aprovou

Recompensar a estes e estas Agentes da Paz de alguma forma. Então, foi aprovado o seguinte:

A partir da próxima segunda-feira, dia 24/05, será feito um levantamento da participação destes amigos que mais têm se destacado no apoio curtindo, compartilhando ou comentando nossas postagens. Aos mais participativos, serão doados cursos e condecorações.

Não será sorteio. Será presente mesmo.

- Sorteio, explica o Pr.  seria uma injustiça na hipótese das pessoas “sorteadas” serem algumas que participaram apenas uma ou duas vezes mas cujos nomes entraram para a lista dos concorrentes ao sorteio e acabaram sendo as sorteadas, enquanto que outras que curtiram e/ou compartilharam quase que diariamente, por “azar” não foram as contempladas. Ele acrescenta que na modalidade de presentear, haveriam critérios que permitiriam identificar os “amigos facebookianos” que de fato participaram mais intensamente.

Já está valendo para quem já vinha curtindo ou quem começar a partir de agora

Weslei disse que “só não foi definida ainda como seriam estes critérios, mas que neste final de semana a equipe estará consultando pessoas entendidas, recebendo sugestões, analisando e até segunda-feira, após definida esta questão, se dará início a esta atuação por parte da Atua para com os colaboradores do face.”

Mas, concluiu o Vice-presidente, já está valendo pois as pessoas que já vinham curtindo, compartilhando ou comentando, já estão sendo contadas para serem presenteadas. E as que começarem hoje, não ficarão prejudicadas porque o levantamento será feito semanal, ou seja: inicia numa segunda-feira e encerra no domingo. Na segunda-feira seguinte se inicia nova contagem de quem mais curtiu, compartilhou ou comentou.

Então, você já pode começar agora, se quiser se habilitar a ganhar, como presente, um dos cursos ou condecorações da Atua. O endereço é http://www.tribunal-arbitral.comunidades.net/ 

 

 Cartórios também fazem conciliação e mediação de conflito em São Paulo

Quem tem uma reclamação pode procurar um cartório para a conciliação. O preço do serviço começa em R$ 180 e varia de acordo com a causa.

Natália Ariede São Paulo, SP

Ficou mais fácil encontrar uma solução para problemas de condomínio, brigas de trânsito e de consumidor em São Paulo..

Além da Justiça comum, de tribunais de pequenas causas, de órgãos de defesa do consumidor, os cartórios também fazem conciliação e mediação de conflitos.

O armário veio sem puxador e o improviso para abrir já desalinhou as portas. A professora Fernanda Silva procurou a fabricante do armário e nada se resolveu. Procurou o Procon, mas também não deu certo. “A empresa não deu uma resposta satisfatória, o Procon recomendou que a gente procurasse o juizado especial para resolver judicialmente a situação”.

Produto com defeito, serviços não prestados, batida de carro ou briga de vizinhos. Problemas que não deu para resolver no diálogo e que, na Justiça, demorariam demais, agora podem ser solucionados nos cartórios do estado de São Paulo, em audiências e mediação e conciliação.

Quem tem uma reclamação pode procurar o cartório perto de casa e marcar uma data para a audiência de conciliação. É o cartório que vai chamar a outra parte.

O preço do serviço começa em R$ 180, varia, de acordo com o valor da causa. Para a tabeliã, a possibilidade de fazer um acordo no cartório vai desafogar a Justiça e facilitar a vida da população.

“Hoje, o Juizado Especial está sempre nas comarcas, nos grandes centros, onde existe o fórum. Os registros civis, os cartórios, eles estão em todo lugar. Nos distritos menores, nos municípios, todo lugar tem cartório. Com isso, o estado vai poder oferecer a possibilidade de solução consensual pra todos os lugares”, diz Érica Barbosa e Silva, tabeliã.

A Fernanda se animou com essa possibilidade. “Eu achei muito interessante essa opção porque, na verdade, o cartório é uma instituição reconhecida, que tem uma grande possibilidade de fazer um contato eficiente e proporcionar essa conversa produtiva, espero, para que a gente possa resolver finalmente esse problema”.

Fonte em 05/07/2013 - g1.globo

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 Participantes da Conferência reconhecem a pouca habilidade dos operadores de Direito

28/06/2013 - 19h06

 Luiz Silveira/Agência CNJ

 O número excessivo de processos em tramitação no País (90 milhões), a maioria deles (51%) envolvendo entes públicos, acrescido da pouca habilidade dos operadores do Direito para solucionar os conflitos de forma não litigante são desafios que impedem que a sociedade encontre o que de fato procura, quando aciona o Poder Judiciário: a Justiça. A avaliação é do conselheiro José Roberto Neves Amorim, coordenador do Movimento Conciliar é Legal, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), durante a I Conferência Nacional de Conciliação e Mediação Judicial, realizada nesta sexta-feira (28/6) na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Na abertura do encontro promovido pelo CNJ, em parceria com a Secretaria de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, dois palestrantes convidados defenderam a correta utilização das técnicas de mediação para a resolução dos conflitos que vão parar no Judiciário. Além do alívio da carga de processos nos tribunais, com a conciliação, o grau de satisfação que um acordo gera na sociedade foi um dos pontos destacados pelo professor da Universidade de Harvard Rory Van Loo. “Até mesmo quando as partes não chegam a um acordo definitivo, a mediação gera efeitos positivos e faz os litigantes mais satisfeitos”, pontuou.

A demora na prestação jurisdicional e o custo dos processos para o Estado foram temas da palestra do professor italiano Giuseppe de Palo, que apresentou diversos dados comparativos entre processos litigantes e processos que contaram com utilização de técnicas de mediação. Entre os pontos levantados, a redução de tempo para resolução do conflito chamou a atenção dos participantes do seminário.

Segundo De Palo, um processo leva entre 500 dias e até 8 anos para ser decidido no Judiciário italiano; quando há ajuda da mediação, o mesmo problema não leva mais de 50 dias.

“Isso é inspirador”, afirmou o conselheiro Emmanoel Campelo, que acredita que a técnica poderia vir a se tornar obrigatória no Brasil. “Essa é medida importante para o cidadão brasileiro voltar a ter acesso à Justiça; ele só teria a ganhar com essa medida. O desafio para implantar esse modelo é, na verdade, o desconhecimento dos operadores de Direito. Antes, é preciso capacitar a grande maioria dos magistrados quanto a essa política pública”, ponderou.

A conselheira Maria Cristina Peduzzi ressaltou a necessidade de que os agentes do Direito tenham conhecimento técnico específico para fazerem bom uso da mediação. “Isso ficou bem claro na palestra dos dois especialistas: não se trata de um exercício empírico, é preciso expertise. Temos de ter conhecimento técnico, sobretudo para compensarmos as desigualdades entre as partes”, reforçou.

Para o secretário da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Flávio Caetano, o momento de mudança chegou. “A hora é agora; percebemos que a sociedade está com sede para resolver os problemas do Brasil. E os poderes públicos estão unidos para reformar essa cultura”. 

Regina Bandeira
Fonte: Agência CNJ de Notícias

 

 Reportagem do JN sobre mudanças na Lei de Arbitragem

 

Na edição de ontem (03/04/2013) o Jornal Nacional, da Tv Globo, veiculou reportagem sobre as novas alterações que serão realizadas na Lei Federal nº 9.307/96, conhecida como Lei de Arbitragem e que permitiu se praticar no Brasil, a justiça alternativa, também conhecida como justiça arbitral.

A matéria começa informando que a mudança na lei a ser proposta por uma comissão de juristas (20 especialistas) que iniciou os trabalhos ontem e tem um prazo de 06 meses para concluir, tem como objetivo “desafogar o judiciário – e resolver mais rapidamente os conflitos entre pessoas e empresas”.

Apresenta um exemplo de audiência realizada por um árbitro ou mediador tendo como partes um inquilino, desempregado, e o proprietário de um imóvel, mostrando “como funcionam os chamados tribunais e Câmaras Arbitrais no Brasil. Neste caso, o mediador conseguiu livrar o inquilino da multa” segundo a reportagem.

Cita ainda que “em todo o Brasil, existem cerca de 300 instituições de mediação e arbitragem. Elas foram criadas a partir da Lei de Arbitragem, de 1996. A arbitragem serve para mediar conflitos entre empresas e sócios. A mediação se destina, principalmente, a resolver questões que envolvem direitos do consumidor, uma briga de vizinhos, uma batida de carro”.

Concluindo a notícia, foram apresentados dois depoimentos de autoridades no assunto:

“É preciso que essas soluções sejam rápidas e a arbitragem propicia essas soluções mais rápidas que o judiciário, e mais que isso, especializadas”, disse Ellen Gracie, ex-ministra do STF.

“Indiretamente, os benefícios que a sociedade brasileira vai obter é um judiciário mais leve, menos burocratizado, mais rápido, podendo se dedicar melhor as questões que são de sua competência”, comentou Luis Felipe Salomão, presidente da comissão.

O que estas duas autoridades afirmaram foi o mesmo que o Teema - Tribunal Eclesiástico Evangélico de Mediação e Arbitragem sempre afirmou nos cursos que ministra. Sem dúvidas, o ofício de mediador, conciliador e árbitro gera inúmeros benefícios para a sociedade como um todo: partes em conflitos, judiciário, autoridades. E até para o próprio juiz arbitral que tem uma oportunidade de obter uma renda extra prestando um bom serviço para a comunidade onde ele reside.

Para eles, a notícia trouxe um forte estímulo a continuar, visto que as mudanças na lei trarão mais facilidade, mas também seriedade.

Veja a matéria do Jornal Nacional na íntegra

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 Atua e Comitê estão aumentando as equipes de colaboradores

Com o objetivo de atender os diversos projetos aprovados para implantação neste ano de 2013, o Comitê Central  da Atua - estão aumentando suas equipes de colaboradores em todo o Brasil.

 

TRIBUNAL ECLESIASTICO EVANGELICO MEDIAÇÃO E ARBITRAL  – TEEMA

    É UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA, AUXILIAR DA JUSTIÇA , CRIADA SOB A ÉGIDE DA LEI  FEDERAL 9.307 DE 23 DE SETEMBRO DE 1996, QUE TEM POR OBJETIVO  ADMINISTRAR CONFLITOS QUE LHE FOREM SUBMETIDOS, PELO MÉTODO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM.

 

    NOSSA INSTITUIÇÃO TEM COMO PROPOSTA, PROPICIAR  AOS VARIOS SETORES  DA SOCIEDADE, A UTILIZAÇÃO  DE UMA FERRAMENTA  ÁGIL QUE SOLUCIONA, DE FATO, CONFLITOS, PROBLEMAS, CONTROVÉRSIA   DAS MAIS  DIVERSAS ÓRDENS DENTRO DE UM PRAZO BASTANTE CURTO E RÁPIDO, E COM A MESMA GARANTIA JUDICIAL DADA PELO PODER JUDICIÁRIO ESTATAL.

 

    NO QUAL TEMOS COMO PRINCIPAL OBJETIVO OFERECER UMA NOVA OPÇÃO DE ESCOLHA PARA O ACESSO À JUSTIÇA (ARBITRAGEM), COMPROMETENDO-SE EM PROPICIAR MAIOR AGILIDADE PARA OS PROCESSOS COM TOTAL CONFIDENCIALIDADE E CUSTOS SIGNIFICATIVAMENTE MENORES QUE OS DA JUSTIÇA COMUM, SEM DEIXAR DE LADO UMA SERIEDADE, O RESPEITO E A IMPARCIALIDADE PARA AMBAS AS PARTES EM ACORDO COM A LEI FEDERAL DE N º 9.307/96.

 

   O TJAMB CONSTITUI UM CENTRO DE ARBITRAGEM INSTITUCIONALIZADO, PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, TENDO SIDO CRIADO PARA RESOLVER LITÍGIOS ATRAVÉS DAS TÉCNICAS E DE UM CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS DE MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO OU DE ARBITRAGEM. NO QUAL SOMOS REGULAMENTADOS E CONSTITUÍDO CONFORME AS LEIS VIGENTES PARA ATUAR COMO TRIBUNAL ARBITRAL, EM LITÍGIOS ENVOLVENDO BENS PATRIMONIAIS DISPONÍVEIS, QUE TERÁ POR FINALIDADE PROMOVER A SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS EXISTENTES ENTRE PESSOAS FÍSICAS E/OU JURÍDICAS, COM UMA MODALIDADE ALTERNATIVA DE JUSTIÇA MAIS MODERNA, DINÂMICA, SIGILOSA E DE BAIXO CUSTO.

 

    A ARBITRAGEM É CONHECIDA E UTILIZADA NO MUNDO TODO, CUJA INSPIRAÇÕES PROVÉM  DE TODOS OS PAÍSES DENOMINADOS "PRIMEIRO MUNDO"  QUE ADOTARAM-NA  PARA SOLUÇÃO DE CONFLITOS SOCIAIS  E DE RÁPIDA E EFETIVA PRESTAÇÃO JURISDICIONAL.

 

     AS VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO DA ARBITRAGEM  APLICADA  EM NOSSO TRIBUNAL ARBITRAL SÃO NUMEROSAS:

EFICÁCIA, AGILIDADE, ESPECIALIZAÇÃO, SIGILO, PREVALÊNCIA DA AUTONOMIA DAS PARTES,  MENOR CUSTO,  PROMOÇÃO DE AMBIENTE  MAIS COLABORATIVO, FACILIDADE NA COMUNICAÇÃO E SOLUÇÃO.

 

    O CLIMA EM QUE É DESENVOLVIDA NA ARBITRAGEM  É MENOS FORMAL E MAIS FLEXÍVEL DO QUE NA JUSTIÇA COMUM, NÃO HÁ O TRAUMA JURÍDICO E O RIGOR PROCESSUAL PRESENTES NA JUSTIÇA COMUM, NORMALMENTE AS PARTES VOLTAM A REALIZAR  OUTRAS NEGOCIAÇÕES. 

 

    A ARBITRAGEM AJUDA NO DESAFOGAMENTO DO JUDICIÁRIO, CONSEQUENTEMENTE, PROPORCIONARÁ MEHLORES CONDIÇÕES  PARA QUE O JUDICIÁRIO  SE DEDIQUE AOS LITÍGIOS  QUE ENVOLVAM  INTERESSE PÚBLICO OU DIREITOS INDISPONÍVEIS.

 

    A ARBITRAGEM, HÁ DÉCADAS UTILIZADAS NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS, É REGULAMENTADA NO BRASIL PELA LEI 9.307/96, A CHAMADA LEI DA ARBITRAGEM, E VEM SENDO RECONHECIDA COMO O MÉTODO MAIS EFICIENTE DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS, CONTRIBUINDO PARA O DESCONGESTIONAMENTO DO PODER JUDICIÁRIO.

    NA ARBITRAGEM IMPERA A AUTONOMIA DA VONTADE DAS PARTES ENVOLVIDAS, MANIFESTADA NA MEDIDA EM QUE SÃO ELAS QUE DEFINEM OS PROCEDIMENTOS QUE DISCIPLINARÃO ESSE PROCESSO, QUE ESTIPULAM O PRAZO FINAL PARA SUA CONDUÇÃO, QUE INDICAM OS ÁRBITROS QUE AVALIARÃO E DECIDIRÃO A CONTROVÉRSIA INSTAURADA.

    RESUMIDAMENTE, É COMO SE FOSSEM CRIADAS REGRAS PARTICULARES E DE COMUM ACORDO ENTRE OS INTERESSADOS. ISSO GARANTE, ALÉM DE UMA BOA SOLUÇÃO PARA O CASO, SIGILO, ECONOMIA, A CERTEZA DE QUE O JULGAMENTO DO PROBLEMA SERÁ REALIZADO POR PESSOAS COM PROFUNDO CONHECIMENTO DO ASSUNTO EM QUESTÃO E, ALÉM DE TUDO, RAPIDEZ, JÁ QUE A ARBITRAGEM DEVE SER CONCLUÍDA NO PRAZO MÁXIMO LEGAL DE 180 DIAS, SE OUTRO PRAZO NÃO FOR ACERTADO PELAS PRÓPRIAS PARTES.     

MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM

 

    MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM SÃO TÉCNICAS ALTERNATIVAS AO SISTEMA JUDICIÁRIO.

 

    SIGNIFICA DIZER QUE PARA QUE UMA PESSOA VENHA A SE UTLIZAR DESTAS TÉCNICAS ELA OPTA POR RESOLVER SEUS LITÍGIOS POR ESTES MÉTODOS ALTERNATIVOS AO INVÉS DE RECORRER AO PODER JUDICIÁRIO ESTATAL.

 

    A MEDIAÇÃO É UMA TÉCNICA CONSENSUAL QUE SE UTLIZA DE MÉTODOS PSICOLÓGICOS PARA QUE UM TERCEIRO NEUTRO, DENOMINADO MEDIADOR, VENHA INTERVIR NA COMUNICAÇÃO DE DUAS PARTES EM LITÍGIO E AJUDÁ-LOS A ANALISAR O REAL INTERESSE QUE ESTÁ ORIGINANDO O LITÍGIO E A IMPOSSIBILIDADE DE ACORDO ENTRE ELAS. O MEDIADOR NÃO OFERECE SOLUÇÕES, MAS ATUA COMO UM FACILITADOR DA COMUNICAÇÃO DAS PARTES, UMA VEZ QUE ESSA COMUNICAÇÃO FOI INTERROMPIDA PELO SURGIMENTO DE UMA DESAVENÇA CONTRATUAL. AS PARTES SÃO AUXILIADAS PELO MEDIADOR A ENCONTRAREM OPÇÕES DE ACORDO DIFERENTES E MAIS AMPLAS DO QUE AS APRESENTADAS POR ELAS NO INÍCIO DA TENTATIVA DE NEGOCIAÇÃO E, PORTANTO HÁ UMA NOVA OPORTUNIDADE DE AS PARTES ALCANÇAREM UMA SOLUÇÃO DE GANHA – GANHA, MANTENDO O PODER DECISÓRIO SOBRE A QUESTÃO EM SUAS PRÓPRIAS MÃOS.

 

    NO CASO DA ARBITRAGEM, HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA. A ARBITRAGEM SE ASSEMELHA A UM PROCESSO JUDICIAL, SÓ QUE A GRANDE DIFERENÇA É QUE AO INVÉS DE ELA SER ADMINISTRADA PELO ESTADO, A QUESTÃO CONFLITUAL É ADMINISTRADA POR UMA INSTITUIÇÃO DE ARBITRAGEM, QUE ATUA COMO UM PODER JUDICIÁRIO, COMO UM FÓRUM PRIVADO. ALÉM DISSO, NA ARBITRAGEM, POR FORÇA DA LEGISLAÇÃO SOBRE O TEMA PROMULGADA EM 1996, A SENTENÇA ARBITRAL É EQUIPARADA A SENTENÇA EXTRAJUDICIAL E PODE SER EXECUTADA COMO TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL.

 

    O ÁRBITRO REPRESENTA E FAZ O PAPEL DO JUIZ, SÓ QUE COM UMA ENORME VANTAGEM, O ÁRBITRO É ESCOLHIDO DE COMUM ACORDO PELAS PARTES EM CONFLITO, E ELE PODE SER UM TÉCNICO COM GRANDE CONHECIMENTO NA ÁREA DO CONFLITO APRESENTADA PELAS PARTES. PODE SER PELA LEI QUALQUER PESSOA CAPAZ DE CONFIANÇA DAS PARTES. A SENTENÇA ARBITRAL É TAMBÉM IRRECORRÍVEL E ESTA É UMA DE SUAS GRANDES VANTAGENS, PORQUE UMA VEZ OBTIDO O JULGAMENTO PELO ÁRBITRO, NÃO HÁ COMO RECORRER DA DECISÃO. O SIGILO É EXIGIDO E, PORTANTO AS PARTES NÃO TEM SEU LITÍGIO EXPOSTO PARA TODA SOCIEDADA DE FORMA COMERCIALMENTE NEGATIVA.

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APOSTILAS DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM

 

 

    ESSAS APOSTILAS DE ARBITRAGEM ABRIRÃO UM NOVO CAMPO PARA OS MAIS VARIADOS SEGMENTOS. O FOCO DIDÁTICO ABRANGE CONHECIMENTOS DA LEI 9.307/96, E DOS PROCEDIMENTOS NECESSÁRIOS PARA O EXERCÍCIO DA FUNÇÃO DE ÁRBITRO/ JUIZ ARBITRAL.


PÚBLICO ALVO: ADVOGADOS, ADMINISTADORES, PROFESSORES, CONTADORES, MÉDICOS, PSICÓLOGOS, UNIVERSITARIOS, ECONOMISTAS, CONSULTORES, PROFISSIONAIS DA ÁREA IMOBILIÁRIA, ADMINISTRADORES DE IMÓVEIS, SÍNDICOS, CONDÓMINOS, CORRETORES DE IMÓVEIS, DEMAIS INTERESSADOS NOS MÉTODOS EXTRAJUDICIAIS.

 

 

 

 

 

 

 

 

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